Regresso às aulas

Bom, neste caso não é um regresso. Nada desde que a MR nasceu nada é uma repetição. É na verdade assustadoramente tudo novo. E finalmente conseguimos colocá-la no infantário. Fizemos um período de transição, começámos por deixá-la lá por 2 horas, depois a almoçar, e agora dorme e lancha também. Está a correr bastante bem, dorme esgotada do dia agitado e até come mais.

O único problema são os ritmos. Os bebés adoram ritmos. E por muito que nos custe implementá-los a verdade é que a curto prazo já estão a compensar. Os miúdos adoram saber o que vem a seguir e mesmo quando não gostam de uma tarefa ajuda que está seja feita sempre à mesma hora pois acabam por aceitá-la um pouco melhor. Presumo que seja porque sabem que tal como começa sempre à mesma hora e da mesma forma também termina.

E neste caso temos de readaptar a MR aos ritmos do infantário, agora que estávamos a conseguir implementar os nossos… De modo que ela almoça às 11.30h em vez das 13h e lancha duas vezes à tarde em vez de uma vez de manhã e outra de tarde. Também só dorme uma vez em vez de duas e por isso às 18h está exausta. O pior desta hora é que não é bem carne nem peixe. Já é muito tarde para sesta mas é cedo para dormir a noite toda. Mas como é a hora em que ela sucumbe eu não posso fazer grande coisa senão aceitar. E depois adormece só às 22h e no dia a seguir é uma seca acordar. Suspiro, ainda estamos todos a acertar-nos, como disse.

E talvez seja por estar na fase de adaptação ou porque anda a ser abandonada por mim (sim, porque as mães são as responsáveis por tudo o que acontece aos filhos) no infantário, a verdade é que anda zangada. Sempre me regozijei pelo facto da minha filha ser uma miminha de primeira! Bem ao meu jeito e ao meu gosto. Mas ultimamente anda zangada, opinativa e dá assim umas patadas violentas em mim (sobretudo) ou no pai. Enfim, entendo a sua zanga e valido os seus sentimentos (que remédio) e mais não posso fazer. Presumo que tal como eu tenho direito de a abandonar no infantário ela tenha o direito de se zangar com a minha opção. Este direito de opção e de opinião que atormenta famílias por todo o mundo acabou de começar por estas bandas. E como diz o meu marido, ‘agora olha, aguenta-te à bomboca!’

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