Humor [e amor] de mãe

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Estou a ler o livro da Inês Teotónio Pereira ‘Humor de mãe’, um série de pequenos textos na ordem do dia com uma visão e opinião muito fortes sobre Igreja e política e um olhar divertidíssimo sobre esta coisa de ser pai e ser filho. Tem um blogue que é o máximo, escreve no jornal i e é uma mulher culta, inteligente e mordaz. Acredita que os filhos não são só uma coisa linda que aconteceu aos pais, são uma bênção e um pesadelo e que os pais são a salvação e o maior obstáculo na vida dos filhos. Quando comecei a ler este livro que a mãe da madrinha da minha filha me ofereceu (talvez sentisse que eu estava a precisar de sacudir o pó a alguns sentimentos desnecessários) estava um pouco céptica. Tenho-me deliciado, comecei a ser seguidora do seu blogue e sinto que por cada capítulo que leio me apetecia escrever um post dando a minha visão da coisa. Uma revelação e uma lufada de ar fresco realmente.

Houve um capítulo que me deixou especialmente a pensar, porque me revi imensamente nele e não resisto transcrevê-lo aqui, pelo menos o seu início:

‘O pior que pode acontecer a uma criança é ter pai que querem o melhor para ela. O fatídico ‘Eu só quero o melhor para ele’ é uma tragédia. A criança está tramada, antes de ser gente já carrega um fardo às costas: tudo aquilo que os pais acham que é melhor para ela. Como se os pais soubessem alguma coisa do assunto.

Mas é melhor como? A comparar com quê? Melhor para quê? Melhor para quê? Com que objectivo? O melhor é a coisa mais relativa do mundo e no que diz respeito à educação é aquilo que os pais gostavam de ter sido ou de ter tido e não conseguiram ser nem conseguiram ter: são meras aspirações pessoais frustradas.

E o pior é que a partir deste ‘melhor’ tudo é justificável, tudo é aceitável(…).’

Até me arrepiei. Li umas 3 vezes… Sim, eu sou uma mãe que só quer o ‘melhor’ para a filha. Este melhor é aquilo que nós temos de ‘mais’ para dar. É o nosso tudo, é o nosso só-não-dou-mais-porque-não-tenho. E se isso é um lindo presente envenenado? Tipo aqueles chupa-chupas deliciosos que lá dentro têm recheio, e neste caso o recheio estraga tudo?

Olho agora para ela, um Nenuco um bocadinho maior, e penso se ela carrega este trauma de gerações seguidas de frustração, eu-não-tive-o-melhor-mas-tu-vais-ter. Sim, é inevitável. Mesmo quem não o diz só consegue dar o seu melhor aos filhos. Um bocado como quando se estuda para um exame. Importante é estudar tudo o que sabemos e esforçarmo-nos por sermos o mais completos possível no dia da prova. E se o fizermos mesmo que o resultado não seja fantástico vamos sentir que temos dever cumprido.

E um dia quando os nossos filhos olharem para trás e perguntarem porque raio tomámos determinadas opções espero que encontrem conforto na ideia de termos dado o nosso melhor. Não o melhor para eles, claro, mas o melhor para nós. Como nós encontramos nisso o conforto para entender os nossos pais e avós.

Os outros

Em jeito de fim de queixinhas, mas também porque há dias que a cabeça está um turbilhão, porque a minha madrinha me enviou o post da Pipoca e porque recebi um email de uma nova amiga que adorei e me deixou a pensar. Num dia de trabalho até tarde, de muitas, muitas coisas na cabecinha, de montes de medos a atropelarem-se e sei-lá-mais-eu-o-quê, decido que retiro 20 minutos do meu sono e despejo aqui algumas dores de alma (entretanto já me começaram a doer outras partes do corpo, espero que isto alivie).

O que a criança precisa todos parecem saber. A mãe que devia ser quem sabe mais fica perdida no meio da confusão, ouve todas as vozes que se atropelam, ‘Tem de dormir’, ‘Deves acordá-la’, ‘Ela está bem’, ‘Isso não é normal’, ‘Vai para o infantário’, ‘Fica em casa’, ‘Dá-lhe comida’, ‘A culpa é tua’, ‘A criança é assim’, ahhhhh. CHEGA. Digo para mim. Tenho de me zangar com isto tudo, não com todos, mas com tudo. OK! Ser mãe é difícil para caraças. Só sabe quem já experimentou. E é assim, temos dúvidas. Queremos e precisamos de ouvir os outros. Mas só um bocadinho que depois já chega. E com conta, peso e medida. E uma coisa é partilhar sugestões, métodos, formas, outra é atacar, julgar e apontar. Não serve para nada, só baralha e ainda atrapalha.

Há sempre dúvidas. Há sempre coisas que são diferentes (entre crianças, irmãos, primos, amigos). E quando chega aquela hora do ‘O que é que ele faz?’, ou ‘Quanto pesa?’, nessa pergunta fica uma maldade subjacente de quem pega na lista tipo examinador de condução, e vai fazendo um ‘check’ em cada ponto, mesmo a tempo de somar tudo no fim e gritar ‘Muito bem, está na média!’ ou ‘Chumbaste!’ Este chumbaste com aquela sensação brutal do ‘falhaste’, a miúda não anda?, mas tenta?, mexe-se bem?, o que é que já diz?, mas gatinha ou arrasta-se?, e dorme bem?, de noite e de dia?, e come bem?, quanto pesa?

E bahm! Neste última perdemos aos pontos. Lá vou respondendo às outras todas e mais ou menos passamos no exame, mas no peso, já-tá! Está abaixo. Muito? Sim, um bocado abaixo do percentil. Hmm. Sim, pois e fizemos análises e vamos perceber se é mesmo assim ou se temos de ter cuidado, ou o que é. Vêm logo 80 histórias de quem correu bem e de quem correu mal e de que eu não devia fazer absolutamente nada ou então, a que eu mais adoro ‘Vais fazer assim:’. A sério pessoal, não se lembram quando foi a vossa vez? Não se lembram como foi duro? Perdemos a noção da diferença entre sugestões e obrigações?

‘Quem diz a verdade não merece castigo’ Merece. O que é isso da verdade? ‘Já não se pode ser honesto contigo’ Pois não. Se for só para dar mais uma opinião que por acaso nem ajuda em nada e ainda ofende. Se assim fosse eu saía à rua desatava a apontar para as pessoas, ‘Tu és feio’, ‘Tu não te sabes vestir’, ‘Tu pareces mesmo parvo quando passeias o cão’, e realmente nada disto é verdade, é simplesmente a minha verdade. E é por isso que pode ficar tão bem guardadinha.

Ando exausta. Nada é como eu pensava. Eu sei que me avisaram. Não valia a pena. Teria de sentir. Tentei ficar com a MR em casa enquanto trabalhava e consegui durante o seu primeiro ano. Mas terei de ter outro método pois estou cheia de trabalho que não posso fazer enquanto olho por ela, nem como ela perto de mim sempre a interagir e a interromper e não posso nem quero ignorá-la ou deixar de trabalhar. E assim sem dramas e sem ouvir a opinião de mais ninguém, vou ver infantários. Para já ver. Depois logo se vê.

E quanto ao peso estamos a ver também. Esta coisa de ser mãe é difícil. Tentamos não cair naquele poço esquisito que é a histeria, mas não aguentamos ver os nossos bebés chorar nem que seja por uma bolacha. Ficamos preocupadas com tudo. Tenho esta convicção de que a natureza nos põe alerta por dois. Porque eles ainda não sabem como. E não sendo algo que sintamos diretamente temos de sentir a coisa em duplicado, para ter a certeza que a questão é identificada. Só pode. Qualquer outra explicação revelaria uma intenção de tortura desumana. Por parte da natureza que conjeturou tudo isto.

Ainda me doem as tais partes do corpo. Vou mas é dormir.

O melhor do meu dia

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Depois de 32 assoos, entre os meus e os dela, de mal dormir, de estar sempre alerta e ter tratar de tudo na mesma como nos outros dias, chega o marido a casa, cedinho a comparar com os outros dias, vem bem disposto, põe o jantar na mesa e fica com a caganita. Respiro fundo e descanso um bocadinho. Tiro 45 minutinhos só para mim, frente ao computador a perder-me nas estórias e palavras dos blogs que adoro… 🙂

O meu Blog é neutro em CO2, neutralize o seu também. Saiba como.

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Foi através do Blog da Joana que descobri este site. Basicamente planta uma árvore em nosso nome para diminuir a nossa pegada ecológica. É um passo nobre e generoso nesta grande caminhada que ainda temos a percorrer. Ainda temos de despertar a maioria da população mundial que não acordou para a questão da nossa salvação no planeta. Atenção, não se trata de salvarmos o planeta, isso é um absurdo e impossível, mas de salvarmos a nossa (sobre)vivência no planeta, uma vez que fomos nós que a desiquilibrámos em primeiro lugar.

Países como os EUA que se recusaram a aderir ao protocolo de Quioto põem em risco o equilíbrio da Terra emitindo mais gases que aqueles admissíveis na atmosfera para uma vida saudável. É contra estes atos que a associação portuguesa Quercus luta, tentando, entre tantas outras lutas, criar o conceito de Ecocídio, punindo por crime aqueles que atentam contra o ecosistema.

Vocês podem aderir também aqui. Aproveitem e visitem o blog ‘A menina cos(z)e?‘ que é mesmo uma ternura, a Joana dedicada à maternidade e tecidos escreve que é uma delícia. Tem dicas, desabafos, receitinhas e boas imagens… uma boa companhia para fim de tarde e chazinho…

Mimos na blogosfera

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Hoje fiz um post sobre sugestões de Natal e reuni para isso os links para as páginas ou negócios que me inspiram de alguma forma, que têm um ar cheio de gracinha, que são um mimo, sei lá que nos fazem acreditar num mundo bonito, especial e todo fofo.

Não conheço todas as coisas belas que aparecem na blogosfera e seguramente só sou detentora da minha opinião e nenhuma verdade em particular. A verdade é que contactei as pessoas que referi e recebi as respostas mais amorosas que podia esperar. Não esperava de facto, e esta partilha fez-me sentir parte de um mundinho especial de boas partilhas e troca de experiências e elogios. Realmente se temos coisas boas a dizer porque não fazê-lo? Diz-se em gestão que um cliente satisfeito conta a 4 pessoas e um insatisfeito conta a 10. Concordo que devamos protestar mas gosto de pensar que se protestar às 4 pessoas/entidades envolvidas no meu descontentamento isso será muito mais eficaz que bradá-lo a 10 pessoas, enquanto que se contar a 10 pessoas que gostei de um serviço estou a dar a melhor recompensa possível a quem tem o negócio/ideia/o-que-seja e estou a fazer um favor às 10 pessoas que agora são mais felizes por conhecerem uma coisa qualquer impecável. E que se calhar até são mais felizes detentoras desse conhecimento. Right?

Então vamos lá mudar esta estratégia e passar a falar muito das coisas que gostamos e reclamar diretamente a quem interessa, se o for o caso. Estamos nessa…

Sugestões de Natal

Para quem não sabe eu sou muito organizadinha. Estão a imaginar alguém muito organizadinho? A mãe é assim? Ou talvez a tia ou primo? Pois eu consigo organizar estas pessoas em pastinhas e colocar tudo num arquivo super-organizado. A razão é que sou um pouco despistada, tenho boa memória fotográfica, mas boa não é fantástica e não serve para tudo o que preciso de me lembrar. Então a minha exímia organização permite-me nunca ‘me’ perder. Quando não sei onde pus uma coisa basta-me imaginar onde a arrumaria. E na pior das hipóteses ao fim de 2/3 gavetas encontro-a. Já não tenho o tempo que dispunha em adolescente para arrumar a minha roupa em degradée mas ainda a organizo por cores.

Fazendo a ponte para o título da publicação, acabei as compras todas de Natal na última semana de novembro. Até as encomendas Amazon. Só falta mesmo a prenda de Í p Z e vice-versa. Confesso que a coisa que eu mais detesto é ir às compras de natal em dezembro, quando toda a gente se lembra que tem família e amigos a quem dar prendas e tenta enfiar nos sacos a tia, o primo, a cunhada, o pai, o irmão, a vizinha e o afilhado. Um calor desgraçado nas lojas, um frio terrível na rua, e é quando não chove, cotovelos nas costelas, sacos na cara, saltos e tacões nos dedos mindinho dos pés, AHHHHH!! Obrigada, mas não obrigada! As compras de natal faço-as ao longo do ano. Só deixo para o fim alguma coisa que queira ter hipótese de poder trocar, ou produtos com garantia, de resto vou pensando com tempo, sem correria, em todas as pessoas que gosto, nos produtos com bom preço que vão surgindo, e até torno todo o acto mais suave para a nossa conta, sem que numa semana os três dígitos se tornem em dois quase sem aviso prévio.

Para quem quer evitar filas, confusões, gritos, crianças em desespero, pais birrentos, é só procurar um programinha cultural, sem mercadinhos, nem vendas speciais de natal, nem pais natal com barba farta, uma cena mesmo de cultura pura e dura, tipo Gulbenkian, CCB já não prometo, Culturgest, Maria Matos ou Nimas, umas vez que o King está a fechar portas (muito infelizmente).

Mas como sei que ainda há quem ande a pensar no que comprar deixo uma ajudinha com umas sugestões p’ró menino e p’rá menina 🙂 Tentei escolher sobretudo negócios locais ou pessoas que tentaram dar a volta quando não conseguiram emprego da forma tradicional. Acredito que esses presentes são mais especiais que uma ida a uma superstore, por isso deixo aqui a minha contribuição. A outra grande vantagem é que a maior parte destas marcas enviam por correio e podem fazer as vossas comprinhas comodamente a partir do sofá, de rabinho quentinho.

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1. Uma mantinha quilt d’A menina cos(z)e?’ tecida pelas mãos de Joana, mãe de duas meninas e que adora retalhos. Para além de ter imenso jeito para a coisa tem um blog lindo onde vai deixando pensamentos, mimos, receitas, ideias. Vale mesmo a pena. Este é o blog, e o contato é ameninacosze@gmail.com

Pensei logo na minha madrinha que me fala sempre destas mantas e ainda não foi este ano que lhe fiz o miminho…

2. O ponto condensado é uma loja de confeção de doces especializada em brigadeiro. Só isso já nos deixa doidos, né? Pensem em quantas mulheres conhecem que não gostem de brigadeiro… Pois se se lembrarem de alguma fico espantada. De qualquer forma houve um produto especial que me deixou de água na boca… um pote com ‘brigadeiro à colher’! UAU, certo? E enviam para casa, é preciso dizer mais?

3. O Cubo de Luz é uma dupla de fotógrafos muito bem disposto e cheios de simpatia. Foram os fotógrafos do nosso casamento e já falei neles aqui. Já pensaram em oferecer à avó uma sessão de fotografia em família e posterior impressão num livrinho? Ou à irmã que está grávida, uma sessão recém-nascido, por exemplo. Vale tudo desde que relacionado com fotografia e impressões, falem com o Fernando ou o Marco, aqui.

4. Uma ilustração da minha querida amiga Rita Leite. São peças lindas e originais, impressas a um preço muito acessível, que misturam a técnica manual e digital. Os desenhos dela são como podem ver dignos da parede mais especial lá de casa. Para encomendas, ritapleite@gmail.com

5. Um blog que descobri há pouco tempo através do made in paper, que basicamente vende brincos feitos por uma ‘rapariga’, nas suas palavras 🙂 Os preços são convidativos e os modelos originais. Para além de que se enquadra perfeitamente na ideia de negócios locais, com bom gosto, elegância e imaginação. Chama-se Cerejas e Manjericos e podem encomendar aqui.

6. Made in Paper é um projeto da Rita Rodrigues de venda de artigos de papelaria. Confesso que adoro papelaria, assim no geral, mas em particular aqueles artigos que são mesmo especiais, que sabemos que só algumas pessoas no mundo os conhecem e sentimo-nos quase abençoados por ter acesso a eles. No caso da made in paper temos essa sensação com todos os artigos do site. Eu já fiz a minha encomenda para completar os meus embrulhinhos de natal, mas tem caderninhos e acessórios lindos, como a gadget pouch, que seguramente muitas mulheres gostariam de receber 🙂

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1. Biografias é um projeto cheio de graça pelas mãos da Daniela Costa, Vera Guedes e Pedro Costa. A ideia é encomendarmos um livro sobre a nossa vida ou evento, sobre a forma de biografia ou estória, o que quiserem. A ideia é darem largas à imaginação, ou pedir que alguém dê por vocês. Que tal surpreender o pai ou o cunhado? Ou encomendar um livro sobre a estória dos 4 amigos da faculdade? Qualquer pretexto serve. O resto da estória podem vê-la aqui.

2. Já todo o território nacional conhece ‘O bolo da Marta’. Quando vi pela primeira vez este projeto foi através de uma amiga minha que conhecia a Marta e que a estava a ajudar a lançar o seu projeto. Na altura tinha cento e poucos gostos na sua página de facebook, hoje tem mais de 28 mil, imagine-se!!! Já tem uma linha de canecas e outros utensílios de cozinha onde pode servir os seus produtos. Tem uns mini-cabazes de natal com uma peça de porcelana e um frasquinho com as suas iguarias. Porque não oferecer uma das suas combinações ao amigo que sai tarde do trabalho e não tem tempo de fazer um lanchinho ou sobremesa? Os homens caçam-se no prato, como diz a minha mãe, e raramente têm o requinte de saber satisfazer os seus estômagos com os seus dotes culinários. Podem encomendar em obolodamarta@hotmail.com

3. Um programa cultural é sempre uma boa ideia. E o sítio ainda por cima é lindo. O CCB reúne umas quantas maravilhas desde a arquitectura do Vittorio Gregotti com o Manuel Salgado, à paisagem, aos cheiros, aos pastéis de Belém para quem é fã (ai se o meu marido me vê escrever isto, os seus pastéis favoritos não são mesmo os de Belém). Pode oferecer um cartão com privégios anuais ou bilhetes para um espetáculo ou ainda a participação num workshop. É só ir ao site e inspirar-se.

4. Não querendo ser repetitiva, acredito que são coisas diferentes e pela sua magnitude merecem o destaque. Apesar de se tratar de cultura também a CNB incide sobre o bailado. São momentos únicos proporcionados pela nossa companhia nacional, geralmente no Teatro Camões. E a época natalícia é para mim especialmente sugestiva nesta arte, altura em que recordo os espetáculos que a minha mãe selecionava para assistirmos em família enquanto eu e o meu irmão fomos pequenos.

5. A soaportuguese é um projeto de uma amiga de uns amigos, que nunca conheci pessoalmente, mas cujos produtos tive o prazer de experimentar. Basicamente faz sabonetes caseiros, com cheiros originais e divertidos. É uma forma saudável de lavar a pele, os homens costumam gostar de utilizar sabonetes, mais do que gel de banho, cá em casa pelo menos é assim, e tem a vantagem de ter uns invólucros mesmo bonitos. Para encomendas é contatar soaportuguese@gmail.com ou procurar mais informação na página de facebook com o mesmo nome.

6. Outra ideia muito engraçada pode ser oferecer assinaturas de revistas. Os homens costumam gostar de ler revistas de emprego, motores ou sugestões culturais e a graça de receberem a sua leitura favorita durante um ano parece-me ser uma ideia original como prenda de natal que se vai saboreando durante 12 meses 🙂

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1. Pacote é a loja online do blog Caderno Branco que basicamente é um blog precioso, com boas dicas, boas descobertas, boa conversa e boa onda. As imagens são muito bonitas e a experiência de vida da Inês Nogueira é uma lufada de ar fresco e uma graça de acompanhar. A loja centra-se sobre os tecidos e tem pacotes amorosos de alcofas ou mini-alcofas para bebés, com lençóis que podem ser vendidos em conjunto ou em separado e mais uns quantos acessórios para esta fase de vida, desde bolsas de maternidade mesmo amorosas, a mantinhas para recém-nascido.

2. O Pico pico despertou a minha atenção online quando ‘nos’ cruzámos via facebook. O conceito era babetes para crianças mas que não parecem babetes. Ficam assim tipo lencinho ao pescoço ou babete-écharpe. Achei o conceito o máximo e aguardo o crescimento da minha caganita para começar a pô-la assim jeitosa… Mas não se fica por aqui, tem o vestido evolutivos dos 6 meses aos 3 anos, tem, imagine-se!, um colar todo fashion para a mamã com uma argola na ponta que serve para o bebé roer, na fase dos dentinhos… Não é o máximo? Eu acho que sim, por isso aqui fica a dica, passem por lá que as peças são lindas, originais, úteis e parecem-me muito funcionais.

3. As peças da Itsy Bitsy pelas mãos da Joana Rey (já falei dela aqui), mãe de 3 filhos e arquiteta de formação as suas peças são únicas, especiais e cheias de bom gosto. Tudo em tecido. Tem um leguminhos e umas fatias de tarte que fazem a delícia até dos graúdos. Na categoria dos brinquedos tem muita coisa, desde personagens de contos infantis (que são o máximo) a outros bonequinhos como elefantes ou estes cavalos marinhos que são mesmo especiais… Ainda tem acessórios como babetes, porta-chuchas e outros que podem ver aqui.

4. Os Doces da Manita são bolinhos amorosos com o desenhito que quisermos, ou simplesmente pedimos uma ajudinha na inspiração, pelas mãos da Raquel. ‘Conheci’ a Raquel num grupo de procura de emprego online, dizia que tinha desistido de procurar tabalho e se tinha dedicado a outra área, agora relacionada com doces. Dei-lhe os parabéns pela forma como deu a volta porque realmente mostra um projeto com piada e bom aspeto, os desenhos dos bolos são uma graça e é sempre um miminho divertido oferecer um bolo ao pequenote com um motivo de natal ou um dos seus pedidos que se possa ou não atenter, do género, ‘Querias um carrinho telecomandado, está aqui!’ (mostra-se o bolo). E depois a brincadeira desfeita, ‘Brincadeirinha, abre lá este presentinho!’ Aposto que os cachopos deliram duas vezes! 🙂 Para encomendas osdocesdamanita@gmail.com ou procurar no facebook a página com o mesmo nome.

5. Artes e Bordados da Rita foi uma descoberta da minha madrinha, sendo a Rita a filha de uns amigos deles. Já tenho algumas das suas peças para a minha filha e posso dizer que adoro todas. Os babetes e os porta-chuchas são elegantes, resistentes (aguentam lavagem a 95º) e mimosos. Já falei dela aqui, mas para além destes tem muitos mais produtos, é passarem no site e descobrirem acessórios para guardar brinquedinhos, porta-chuchas, toalhas de banho, babetes…

6. Sal e Areia, um projeto que conheci através da Ties e que tem uma pecinhas amorosas para miúdos, sobretudo, mas também para graúdos. Nos acessórios encontram imensa coisa, desde uns tapa-orelhas com gola super-práticos e giros, um bocado estilo anos 70, a babetes, fraldas, apoio para guardar itens no bercinho até aos brinquedinhos fofos para os miúdos e uns quadrinhos com mensagens inspiradoras. Tudo, claro, com bom gosto e boa fotografia. Vale a pena, espreitem aqui ou no facebook com o mesmo nome.

Boas compras e boas festas!