Não estar só

É verdade. Toda a gente diz tanta coisa. Toda a gente acha que encontrou a fórmula para a melhor forma de fazer. E eu também acho que sei e que sei a melhor forma. Mas às vezes também tenho dúvidas. E todas as mulheres que sentem essas dúvidas procuram ajuda, querem opiniões e às vezes essas opiniões deixam-nas baralhadas. Outras vezes não procuram opiniões mas toda a gente teima em comentar o que fazem, como fazem, se concordam se não concordam e por fim parece haver uma infindável gama de literatura sobre todos os assuntos e métodos. Claro que os mais frequentes são o evitar colo, não o habitue mal, dê-lhe limites, diga que não, e nós lemos vamos ficando com um nozinho na garganta e ou aceitamos que estamos contra o mundo ou aderimos a esta conversa errada (é a minha opinião).

Sou da escola da minha mãe, acho que não existe mimo nem amor a mais. É, digamos, uma coisa impossível. Mas tantas nuances há à volta de opiniões que se partilham, tanto se diz que contraria o instinto das mães, e tantos dias há que me sinto sozinha nos meus métodos e que parece que nem o meu marido os compreende que sabe bem descobrir uma pérola que nos apoia. Meso que seja num texto ou num livro.

A Marta Duarte, do blogue Passinho a Passinho, partilhou este homem, este senhor. Li, reli e recomendei a vários membros da família e futuros pais. Vale a pena ler, vale a pena perceber. E como diz a Marta, ‘Só gostava de o ter descoberto quando os meus filhos eram bebés!! Teria feito tudo igual, mas com menos angústia…’ Obrigada querida Marta, adorei 🙂