Ahhhhhhhhhhh!

Ahhhhhh! Disse mamã!! Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhh! Que delícia!! Não acredito! Finalmente! Já dizia ‘olá’ e fazia não abanando a cabeça. E agora… mamã :’) shrunf… que emoção…

Estava ao colo do pai, o padrinho foi a testemunha, ela desesperada estendendo-me os braços, eu virei-me de costas para mexer o jantar e ela… ‘mamã’! E eu virei-me de um pulo, gritei, saltei, abracei-a, beijei-a, repeti ‘mamã’ 33 vezes entre saltos, pulos, abraços e lambidelas…

Enfim, sim derreti-me e derreto-me toda… Nos livros e textos de apoio a ‘experiência maternal’ tinham-nos avisado que o som mais desejados por mães e pais babados era o seu riso ou gargalhadas. Sim, ok, foi bom. Pronto, foi muito bom. Mas bestial mesmo, enfim, NADA se compara ao que senti quando ouvi ‘mamã’…

É a ausência das mães provoca o chamamento dos filhos. Que quando as mães estão sempre presentes tarda em aparecer a palavrinha tão desejada. Pois sim, a verdade é que estou com ela todos os dias e senti que tardou este ‘mamã’ quase aos 10 meses. Talvez os bebés que vão para os infantário digam um pouco mais cedo. Talvez. Mas valeu a espera, todos os dias, em todos os seus risos partilhados, em todos os seus embalos, zangas, sonos descansados, cólicas, refeições e beijinhos. Minha filhinha da sua mãe 🙂 da sua mamã :’)